Paulo Cunha esclarece: aglomeração junto à feira deveu-se a obras em curso e não à feira

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, recorreu à sua conta do Facebook para lamentar que tenha sido feita uma associação do congestionamento verificado esta manhã nas imediações do campo da feira à realização da feira semana que, refira-se, tem condicionados os dez mil metros quadrados de área a 80 comerciantes que vendem produtos alimentares, quando em circunstâncias normais são 800 os que têm lugar reservado. A situação foi reportada por diversos órgãos de informação, que atribuíram precisamente o trânsito à realização da feira. "As imagens de uma intensa aglomeração de carros junto à feira de Famalicão estão a percorrer o país, transmitindo a ideia de que a feira está caótica e de que não existe respeito pelo estado de emergência", contextualiza, esclarecendo que "o congestionamento de trânsito se deve ao facto de decorrerem obras de pavimentação em avenidas circundantes", nomeadamente nas vias de acesso à zona escolar (como se vê pela fotografia).

Crítico com a abordagem "desonesta" da situação de congestionamento, o edil conclui: "as pessoas que fazem compras de bens alimentares nas feiras e mercados têm os mesmos direitos daqueles que normalmente o fazem em superfícies fechadas".

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