Famalicão foi o mais exportador a Norte em 2019

 O Anuário Estatístico da Região Norte, da responsabilidade do Institututo Nacional de Estatística (INE), evidencia a consolidação do concelho de Vila Nova de Famalicão como o mais exportador da região  Norte em 2019. O território ultrapassou uma vez mais a barreira dos dois mil milhões de euros em volume de exportações e reforçando o terceiro lugar como município mais exportador do país, logo a seguir a Lisboa e Palmela.

De acordo com o mesmo documento, também o saldo da balança comercial é muito positivo, com as exportações a valerem praticamente o dobro das importações. O saldo positivo é de quase 915 milhões de euros, resultado de uma diferença entre as exportações (2.029.890,175) e as importações (1.115.344,46). O concelho é, desta forma, um dos que mais contributo líquido dá para a economia nacional.

 “Somos um município que faz, que produz e que contribui para a economia nacional” refere a propósito o presidente da Câmara Municipal. Paulo Cunha não fica surpreendido com os números do anuário estatístico e afirma que “é conhecido o ADN empresarial de Vila Nova de Famalicão, formado ao longo de várias gerações de grandes empresários, que foram sucessivamente legando às gerações subsequentes um território fortemente marcado pelo saber-fazer e pela apetência para o investimento industrial”.

 Apesar de os números se referirem ao ano de 2019, ainda antes da pandemia provocada pela Covid 19, os dados mais recentes, revelados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional Norte (CCDRN) relativos ao terceiro trimestre de 2020 (julho, agosto e setembro) continuam a colocar Famalicão como primeiro nas exportações, relativamente à região Norte.

 Refira-se que a força exportadora do município famalicense é conhecida e reconhecida há várias décadas, sendo o município sede de algumas das maiores empresas nacionais. Aquela que é a principal economia do Norte de Portugal tem nas suas fileiras perto de 15 000 empresas, que representam um volume de negócios na ordem dos cinco mil milhões de euros. Destas, perto de duas mil sociedades são da indústria transformadora que dão um contributo líquido importante para as contas nacionais e para a empregabilidade do país.  

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